“O Demônio Está no Coração da Igreja”
Em 16 de setembro de 2016, morreu padre Gabriele Amorth, aos 91 anos, reconhecido mundialmente como o exorcista oficial da Santa Sé. Faleceu em Roma, após complicações pulmonares, deixando um legado controverso e profundamente espiritual.(ACI Digital, UOL Notícias)
Será que estamos vivendo uma epidemia espiritual maligna?
Nos últimos anos, tenho observado uma transformação sombria no comportamento humano. Crescem a impaciência, a brutalidade, a intolerância, os crimes e as doenças da mente — depressão, ansiedade e estresse — como se fossem uma praga silenciosa. O mais perturbador, porém, não é apenas esse avanço, mas a indiferença coletiva. É como se a sociedade tivesse se acostumado ao anormal, aceitando a decadência como algo natural. Mas não é normal. Não é normal ver tantos surtos psicóticos. Não é normal a multiplicação da maldade no coração das pessoas. Não é normal esse oceano de promiscuidade, a fé sendo abandonada, a esperança desmoronando.
E o que mais assusta é que até mesmo dentro das igrejas se percebe um movimento contrário à própria fé. Mulheres que transformam o templo em palco de vaidade, vestindo-se de maneira a atrair olhares, esquecendo que estão em um espaço de adoração. Homens que deveriam ser exemplos de integridade aparecem nos noticiários, envolvidos em corrupção, escândalos sexuais ou roubo. A instituição que deveria ser farol de luz parece caminhar entre sombras.
Então surgem as perguntas que ecoam na mente de muitos:
“Onde está Deus em meio a tudo isso?”
“Ainda posso confiar nessa instituição chamada Igreja?”
“Deus realmente existe?”
“Será que a Igreja perdeu sua autoridade espiritual? Será que já não convence nem converte os pecadores?”

Anos atrás, li alguns artigos que já alertavam para essa realidade: os sinais de que a situação poderia ser ainda mais grave do que imaginamos. Entre esses alertas, encontrei as palavras de um exorcista já falecido, o padre Gabriele Amorth, que ousou revelar aquilo que muitos preferem ignorar: há forças obscuras atuando no coração da própria Igreja.
O legado de Gabriele Amorth e um alerta que permanece.
Quem foi Amorth?

Ordenado em 1954, Amorth foi nomeado exorcista de Roma em 1985 e afirmou ter realizado dezenas de milhares de exorcismos. Também fundou a Associação Internacional de Exorcistas (AIE), presidindo-a até o ano 2000. Hoje, esta entidade reúne centenas de sacerdotes de cerca de 58 países e foi oficialmente reconhecida pela Igreja em 2014.(Wikipédia, Wikipedia)
A declaração que chocou o mundo católico.
Amorth tornou-se conhecido pelas declarações impactantes sobre os males que agiriam dentro da própria Igreja. Segundo ele, “o demônio está instalado no coração da Igreja”, e “há cardeais que não acreditam em Jesus e bispos ligados ao demônio”. Ele via como sinais dessa influência demoníaca episódios como atentado contra João Paulo II, escândalos de abuso no clero e até o avanço de regimes totalitários.(Vanity Fair, Wikipédia, Gazeta do Povo, UOL Notícias)
O exorcismo como prática e símbolo.
Amorth relatava que o Papa Bento XVI abraçava o exorcismo como um instrumento legítimo de combate espiritual. Ele chegou a declarar que cenas visualizadas no clássico O Exorcista (1973) espelhavam fenômenos reais enfrentados em rituais intensos.(Vanity Fair, Wikipédia, UOL Notícias)
Vida que impactou
Seu funeral foi marcado por uma multidão comovida — sacerdotes, membros da AIE e pessoas que declaravam terem sido beneficiadas por sua obra espiritual. A Igreja destacou sua humildade, sensibilidade e compromisso pastoral profundo.(ACI Digital)
E após sua morte?
O ministério que ele ajudou a consolidar segue ativo. A demanda por exorcismos cresceu, com muitos padres sobrecarregados de trabalho. No Brasil, por exemplo, há relatos de carência de sacerdotes capacitados para esse ministério. A AIE continua recebendo treinamento e apoio do Vaticano para exorcistas autorizados.(revistaquestaodeciencia.com.br, reddit.com, Wikipedia)
Um alerta que permanente
Mais do que histórias de confrontos sobrenaturais, o legado de Gabriele Amorth impõe uma reflexão profunda: o mal pode agir até nos segmentos mais sagrados. Sua vida aponta para a necessidade de vigilância espiritual e de reconhecimento dos limites do visível. Como alertou, “não basta crer; é preciso estar atento.”
Eu, Realmente acredito que o mundo esta sofrendo uma influência maligna. é preciso voltarmos para as cuisas de deus, talves assim poderemos reverter um futuro sinistro e mal
Mas, e você, acredita nisso? Deixe sua visão aí nos comentários.
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Por Alex Oliveira para o Informativa PE
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